«A nossa felicidade não pode depender dos outros»

Cláudia Vieira renovou o look e teve um grande crescimento a nível pessoal, disse-nos. Dois anos e meio depois de ter sido capa da revista, a atriz é de novo entrevistada pela Prevenir para nos contar o que mudou e o que permanece igual na sua vida. «A nível pessoal foram dois anos e meio, acima de tudo, de autoconhecimento. Tive um crescimento pessoal muito grande, talvez o maior de todos», afiança a também apresentadora. Veja a galeria de imagens da produção fotográfica que fez para a capa da revista.

Foi recentemente capa da revista Prevenir pela segunda vez. A primeira foi em março de 2013. Passaram precisamente dois anos e meio. A que velocidade passou este tempo para si?

Habitualmente, tudo passa de uma forma muito fugaz na minha vida, mas estes dois anos e meio demoraram mais. Até parece que já foi há mais tempo que fiz a capa da Prevenir. Foram dois anos e meio em que o ritmo de trabalho não foi tão intenso, foi-me possível descansar, fazer férias…

Especialmente neste último ano [2015], tive paragens no trabalho, o que foi bom. Essencial, até. Houve grandes mudanças na minha vida, tanto a nível profissional como pessoal. A nível profissional, tive a sensação de ser mais capaz e de os desafios novos que abracei me terem corrido muito bem. A nível pessoal foram dois anos e meio, acima de tudo, de autoconhecimento. Tive um crescimento pessoal muito grande, talvez o maior de todos.

O que descobriu?

Descobri que o nosso caminho tem de ser feito sempre com as pessoas que amamos à nossa volta mas que a nossa felicidade, em momento algum, pode depender dos outros. Descobri a importância de fazermos valer os nossos princípios e aquilo em que acreditamos e descobri ainda que sou de longe mais forte do que o que eu achava.

E o que permanece igual na sua maneira de ser?

O sorriso fácil e descontraído, o facto de valorizar as coisas certas e de viver com uma grande simplicidade.

O seu novo corte de cabelo foi uma das mudanças mais recentes, em termos de visual. Quando anunciou no Facebook que ia cortar o cabelo, alguém comentou, recorrendo a uma citação de Coco Chanel, que «uma mulher que corta o cabelo está prestes a mudar a sua vida». É o seu caso?

Completamente! As pessoas não fazem ideia o quanto me sinto outra com este cabelo curto. É uma novidade ter o cabelo acima da linha dos ombros. Altera-me os movimentos, os gestos e até a forma de me vestir. Gosto de explorar essa novidade, de mudar e tento ir mais além, mesmo em termos de atitude.

A mudança de visual produz efeitos a nível emocional?

Acredito que sim. Neste momento, sinto-me mais sofisticada, com mais classe e isso provoca atitudes diferentes em termos sociais e emocionais. Estou mais confiante, mais mulher, independente. Sempre tive dificuldade em confrontar os outros com uma situação menos agradável, precisava de ganhar coragem, hoje vou direta ao assunto. Digo o que tenho a dizer, cabe à pessoa entender a minha ideia e aceitar.

Veja na página seguinte: O que inspirou Cláudia Vieira a mudar de penteado

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