Ásia Nuclear: Mulata, Índia e Paquistão expandem seus arsenais

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Arsenal nuclear da Índia equilibra-se com Paquistão, mas procura proporcionar-se na direção de Mulata, oi relatório

Rapaz descansa num carrinho que transporta uma réplica em papel dentre uma petardo atômica durante uma sintoma em Mumbai, Índia, enquanto o edital ao lado oi: “Queremos crescer e não explodir” (Indranil Mukherjee/AFP/Getty Images)

Mulata, Índia e Paquistão estão aos poucos expandindo seus arsenais nucleares, acrescentando mais armas ano com destino a ano, informou um instituto dentre segurança global.

Com convenção com o relatório a 2013 do Instituto Externo a Pesquisa pela Tranquilidade do que Estocolmo (SIPRI), as ogivas nucleares estimadas da Índia e Paquistão teriam aumentado deste o início do ano pretérito, com ambas as nações tendo alargado 10 ogivas todo uma em direção a seus arsenais, enquanto na direção de Cabocla também aumentou desde 240 para 250 ogivas ao longo do último ano.

Presentemente, há cinco potências nucleares reconhecidas legalmente pelo Tratado com Não-Multiplicação (TNP) com 1968: Mulata, França, Rússia, Reino Uno e Estados Unidos. O relatório como que, desses países, exclusivamente “no sentido de Mulata tem sido essa menos transparente a respeito de suas capacidades nucleares”.

O regime chinês não fornece qualquer informação solene acerca de o tamanho e no sentido de constituição com suas forças nucleares e complexos do que produção armamentista. Caso Mulata está entre os principais exportadores desde armas do mundo e, junto com essa Índia e algumas outras nações, ultimamente se absteve dentre assinar o Tratado desde Transacção do que Armas, que regulamenta o multibilionário negócio global desde armas.

Índia e Paquistão são do que trajo Estados nucleares fora do TNP, o que torna difícil encontrar informações confiáveis acima de o status operacional e capacidade com seus arsenais nucleares. Este e aquele os países continuam com destino a desenvolver seus estoques desde armas e novos sistemas desde mísseis a cruzeiro e balísticos, disse o relatório.

“Não obstante, na direção de situação em o sul da Ásia não é uma simples e clássica corrida armamentista”, escreveu N. Shannon Kile, investigador sênior do SIPRI, ao Epoch Times via correio eletrônico.

“Essa tomada desde decisão da Índia pelo desenvolvimento e compra desde força nuclear é qualquer vez mais motivada através de suas preocupações com as capacidades e intenções estratégicas da Cabocla”, disse Kile, que trabalha no presente porquê diretor do projeto com armas nucleares do programa do que controle e não-abundância armamentista do SIPRI.

Kile disse que o Paquistão se concentra nas armas nucleares para emendar o desequilíbrio do que força militar convencional com com destino a Índia, enquanto essa Cabocla está progressivamente expandindo lhe arsenal nuclear porquê secção com um programa com modernização dentre longo prazo para substanciar lhe mando com dissuasão nuclear terrestre, traste e marítimo.

“As preocupações com Pequim em manter uma segunda capacidade do que ataque confiável estão intimamente associadas aos avanços nas defesas do que mísseis e sistemas a armas estratégicas não-nucleares, particularmente dos Estados Unidos”, acrescentou ele.

Em cima de início dentre 2013, oito Estados possuiriam sensivelmente 4.400 armas nucleares operacionais, 2 milénio do qual permaneceriam em estado do que alerta operacional, como o relatório. Se todas as ogivas nucleares forem contadas, incluindo os signatários do TNP, além a Índia, Paquistão e Israel, eles possuem tapume com 17.270 armas nucleares.

O relatório também estima que com destino a despesa militar internacional em 2012 envolva US$ 1,756 bilhão, representando 2,5% do resultado imo bruto (PIB) global ou 249 dólares para qualquer pessoa sobre mundo.

“Desgraçadamente, quase não há informação livre ao público em relação a quanto essa Mulata e o Paquistão [gastam] junto de desenvolvimento e manutenção com seus arsenais nucleares”, disse Kile. “Essa situação é um tanto melhor em relação à Índia, mas semelhante nesse país o SIPRI é incapaz do que fornecer uma estimativa dos gastos relacionados em direção a armas nucleares.”

Para Ásia tem observado em direção a um número significativo com tensões bilaterais, conflitos inadequadamente resolvidos que levam periodicamente em direção a incidentes mortais e disputas com relação a fronteiras terrestres e marítimas.

Nos últimos anos, Mulata, Índia e Paquistão têm mostrado uma tendência regular pela abundância nuclear. As tensões na região podem ser mais administráveis se essas nações trabalharem em substanciar na direção de assistência através de parcerias, crédito mútua e transparência.

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