Proteína do veneno da serpente urutu pode ser benéfica para o coração

Testes in vitro feitos na UFSCar mostram que a alternagina-C é capaz de aumentar a força de contração cardíaca e tem potencial farmacológico (Wikimedia Commons)

Testes in vitro feitos na UFSCar mostram que em direção a alternagina-C é capaz do que aumentar com destino a força com contração cardíaca e tem potencial farmacológico (Wikimedia Commons)

Testes in vitro feitos na Universidade Federalista dentre São Carlos (UFSCar) indicam que para alternagina-C (ALT-C) – uma proteína extraída do veneno da serpente urutu (Bothrops alternatus) – é capaz desde aumentar na direção de força do que contração cardíaca e tem potencial farmacológico para ser explorado.

Por proteína está sendo erro junto de miocárdio a camundongos e do que peixes durante o pós-doutorado com Diana Amaral Monteiro – com Bolsa da FAPESP – sob com destino a supervisão do professor Francisco Tadeu Rantin e colaboração desde Heloisa Sobreiro Selistre dentre Araújo e Ana Lúcia Kalinin.

Resultados preliminares foram apresentados até Monteiro durante para 28ª Reunião Anual da Federação do que Sociedades desde Biologia Experimental (FeSBE), realizada em agosto em Caxambu (MG).

“Se os resultados positivos se confirmarem em futuras etapas, essa proteína poderá ser útil em o tratamento desde doenças porquê insuficiência cardíaca, infarto e isquemia estória do coração”, afirmou Monteiro.

Autor ALT-C foi isolada no começo durante uma pesquisa coordenada ao longo de Araújo e apoiada pela FAPESP. O método a obtenção da molécula foi patenteado entre razão dentre sua propriedade desde induzir com destino a angiogênese, isto é, na direção de formação a novos vasos sanguíneos.

“Uma vez que os estudos anteriores mostraram que essa proteína promoveu revascularização e restruturação em pele lesada dentre ratos, surgiu para teoria dentre que também tivesse efeito vantagoso sobre sistema cardiovascular”, contou Monteiro.

Nos testes já realizados, essa pesquisadora administrou, até via intra-arterial, uma ração singular a ALT-C em cima de peixe traíra (Hoplias malabaricus). Em seguida 7 dias, na direção de contratilidade, in vitro, com tiras ventriculares isoladas do coração dos animais foi analisada. No sentido de ALT-C causou um aumento significativo na força a contração do miocárdio a traíra e nas taxas desde contração e relaxamento, modulando positivamente na direção de contratilidade cardíaca.

“Ainda vamos estudar os mecanismos responsáveis ao longo de essa melhora na função cardíaca. Mas já sabemos que essa proteína se liga no sentido de um receptor tipo integrina (proteína verdadeiro na superfície das células) e isso desencadeia uma série desde sinalizações intracelulares, capazes desde promover com destino a ativação com genes e o aumento na produção do fator dentre propagação endotelial vascular (VEGF), relacionado à angiogênese”, contou Monteiro.

O próximo passada da investigação, segundo essa pesquisadora, será determinar os efeitos dessa proteína nos mecanismos envolvidos na contração do coração com camundongos.

Ainda durante para reunião da FeSBE, Monteiro apresentou os resultados do que sô projeto a doutorado transportado sobre Kalinin.

Essa pesquisadora investigou o efeito dentre diferentes vias com contaminação através de vivacidade nos peixes brasileiros traíra e matrinxã (Brycon amazonicus) e observou que o metal prejudicou tanto em direção a contratilidade e no sentido de capacidade a bombeamento do coração uma vez que as respostas cardiorrespiratórias dos animais em concentrações normais desde ar e em situações com hipóxia (baixa concentração dentre ar dissolvido na chuva).

Os dados foram publicados nas revistas Aquatic Toxicology e Ecotoxicology.

Isto material foi originalmente publicada pela Sucursal Fapesp

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