Silhueta eláaaaaastica | SAPO Lifestyle

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Surgem sorrateiramente como quem está de passagem, mas quando damos por elas já estão instaladas definitivamente.

São as estrias, aquelas linhas inestéticas que teimam em invadir certas zonas do nosso corpo e que lideram as preocupações femininas, logo após a odiada celulite.

Segundo as estatísticas, este problema afecta sete em cada dez mulheres, incidindo especialmente em zonas críticas como a barriga, coxas ou peito. Tratam-se, na realidade, de lesões cutâneas. As suas causas são conhecidas mas a solução continua a ser alvo de estudo científico. É certo que permanecem na pele se não tomar as medidas certas, mas, actualmente, existem formas de prevenir o seu aparecimento e minimizar a sua aparência.

Anatomia das estrias

Apesar de elástica, a pele nem sempre consegue acompanhar as alterações que lhe impomos ao longo da vida, como a súbita perda ou ganho de peso. Incapaz de fazer face a este tipo de desafios, esta tende a apresentar linhas rosadas que, com a passagem do tempo, se tornam mais claras e às quais chamamos estrias. Embora possa afectar o sexo masculino ou surgir na adolescência, este é um problema tipicamente feminino, com especial incidência em mulheres de pele clara que tenham sofrido alterações de peso ou já tenham passado por uma gravidez.

Acredita-se também que a genética, a toma de fármacos corticóides ou falhas nutricionais possam justificar o seu aparecimento. Assim ingerir alimentos ricos em zinco (peixe ou frutos secos) ou vitaminas A e C (citrinos), beber muita água e evitar o tabaco, refrigerantes ou a cafeína pode abrandar o processo.

Como prevenir

Antes de declarar guerra às estrias, saiba que a melhor forma de as vencer é apostar na prevenção, ou seja, na hidratação. A razão é simples: ao fomentar a elasticidade cutânea, reduz o risco de quebra ou lesão que se traduzirá na estria. Aplicar um hidratante no corpo, sem esquecer os pontos-chave – peito, barriga e coxas – é essencial.

Estes cuidados básicos devem ser reforçados com o uso de um creme anti-estrias no início de uma dieta ou em caso de gravidez. Estima-se que 75 por cento das mulheres desenvolvem estrias na gestação, daí ser vital tomar medidas desde cedo. Usar um creme uma a duas vezes por dia é vital, sobretudo a partir do segundo trimestre, quando as alterações se começam a fazer sentir.

As necessidades particulares desta fase já levaram várias marcas a criar fórmulas específicas para a gravidez, amamentação e pós-parto que ajudam a preservar a elasticidade cutânea e a recuperar a forma sem sequelas.

Veja na página seguinte: As substâncias que eliminam as estrias

Os antídotos

Cafeína, retinol, magnésio, zinco e vitaminas A ou E são os principais ingredientes dos cremes anti-estrias.

Apesar que não terem a capacidade de eliminar definitivamente as estrias, estes produtos permitem atenuá-las e travar a sua evolução.

Além das fórmulas para usar em casa, existem outras opções de tratamento (dermabrasão, peeling químico ou laser) que, devido à sua especificidade e implicações, devem ser sempre realizados por um dermatologista.

Podem actuar ao nível da camada superficial da pele, removendo-a, assim como na estimulação da regeneração cutânea e requerem, por norma, a realização de várias sessões até atingir o resultado pretendido. Prevenir diariamente é, por isso, a forma mais fácil de as combater.

Dica

Aplique sempre o creme fazendo uma massagem nas zonas mais sensíveis. Assim estará a estimular a microcirculação e a favorecer a manutenção das fibras elásticas cutâneas.

Texto: Manuela Vasconcelos

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