Treino Funcional: quando e por que fazer?

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    Com o objetivo de trabalhar o corpo de forma global para que você ganhe força equilíbrio velocidade e resistência o treinamento funcional que pode ser realizado de forma individual ou em grupo chegou para ficar. Ele promete conquistar até mesmo aqueles que torcem o nariz para a modalidade. Isso tudo porque seus exercícios são diversificados e trabalham o corpo de forma global fator que fez com que esse tipo de treino virasse o queridinho dos amantes de esportes e dos adeptos da academia.

    E o treino é intenso: em uma aula coletiva que é bastante dinâmica em 45 minutos você trabalha os músculos de membros inferiores superiores abdominais e posturais podendo alcançar o gasto de até 800 calorias. Ótimo não?

    Outra boa pedida para aqueles que já gostam de se exercitar é usar a técnica para sair da monotonia da musculação uma vez que ela possibilita fazer a segmentação dos exercícios para a parte do corpo que você deseja trabalhar. Por exemplo você pode apostar em exercícios funcionais para as pernas em um dia e no outro para os braços.

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    Para conseguir ficar com o corpo em forma e ganhar condicionamento físico com a modalidade o indicado é praticar a atividade de duas a três vezes por semana para que não ocorra a chamada síndrome do overtraining quando o atleta faz mais exercícios do que seu corpo é capaz de se recuperar. Além disso se você faz o treino em circuito ainda tem ganho cardiovascular uma vez que não há pausas entre as estações trabalhadas sendo o único intervalo na troca entre as estações do circuito.

    O grande diferencial do funcional é o dinamismo do treino e a exploração de aparelhos e equipamentos que fogem aos tradicionais de musculação. Você pode contar com o saco de areia para movimentos de boxe corda naval TRX (alças para treino em suspensão) kettlebell (bola de ferro fundido com uma alça) rolinho para abdominal bosu (espécie de bola cortada ao meio) medicine ball (bola com peso) rubber band (elástico de resistência) monkey bar (espécie de barra fixa) além da barra olímpica para remada e a parede com pegada para escalada.

    (Fonte: Saturno de Souza diretor técnico da Bio Ritmo Academia)

     

    Esta matéria foi produzida no site ativo.com

     

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