um caminho a liberdade nas prisões suecasEpoch Times em Luso

0
29

Gotemburgo, Suécia – Uma prisão sueca especializada em reparação a dependentes desde drogas, ofereceu essa reflexão aos seus prisioneiros sob o rótulo dentre “mindfulness” (saúde mental), uma vez que uma atividade complementar ao programa com tratamento regular. Caso teoria é que os prisioneiros sejam capazes com se comportar melhor na vida cotidiana, posteriormente transpor da prisão. O método é chamado desde “Caminho da Liberdade” e recebeu elogios com tanto dos reclusos porquê dos funcionários que trabalham na prisão.

Ulrika Lilljegren, ex-gerente do estabelecimento penitenciário Högsbo, diga que os prisioneiros parecem ser mais sensíveis para outras pessoas programas a tratamento quando, citando caso análogo, estes são interligados com essa yoga e na direção de reflexão.

Segundo Lilljegren, diversos internos provavelmente sofrem a transtornos psiquiátricos, incluindo o TDAH, ou sofrem danos devido ao afronta desde drogas em direção a longo prazo. Muitas vezes eles apresentam dificuldade em focar e se concentrar.

“Tivemos um tipo assim junto de projeto ‘Caminho da Liberdade’”, disse para funcionária, acrescentando que “vê-lo se assentar ao longo de meia hora, foi uma experiência completamente novidade. Ele incessantemente foi vário ativo, saltando ao volta da sala, mas agora tinha encontrado um tanto nesta prática com reflexão que lhe permitiu permanecer parado”.

Por reflexão oferece novas ferramentas para os membros, ajudando-os para paralisar e pensar antes a agir. Descobriram maneiras com ajustar o senhor reação, isto os ajuda com destino a não envolverem-se em problemas na maior segmento do tempo.

“É evidente que diferentes gente tiveram diferentes reações, mas no interior de universal, teve um grande impacto e uma grande influência”, quê Lilljegren.

Pake Hall, do Núcleo Tranquilo a Gotemburgo, dava as aulas. Para ele, para prisão é um supimpa envolvente para no sentido de reflexão.

“É um envolvente difícil”, disse ele, e acrescentou “mas você acorda para o indumento a que precisa disso para enfrentar os seus próprios lados escuros. Eles surgem quando ficam emparedados à vista disso, e não têm para onde ir. Há também uma opulência desde tempo para no sentido de prática. Dentre muitas maneiras, é uma vez que um mosteiro”.

Hall acabou entrando em contato com uma secção menos afortunada da sociedade. Muitas vezes, ele foi trabalhar em lugares onde conheceu cidadãos que tinham problemas sociais, raça de quem atuação está em o limite entre o que é e o que não é funcional na sociedade. Ele trabalhou em centros dentre reparação, e também com as crianças com diferentes tipos do que dificuldades.

Quando começou para meditar intensamente, ele sentiu que havia um pouco na prática que adoraria desde transmitir para os outras pessoas. Pensou que as seres encarceradas poderiam se interessar pela reflexão, mas não tinham oportunidade dentre aprender.

Ele se juntou para uma rede americana chamada Prison Dharma Network. Lá, tornou-se o mentor do que um jovem setentrião estadunidense que foi sentenciado para duas prisões perpétuas através de assassinatos que envolviam disputa a gangues, e que se interessou em praticar o budismo. Sua troca estação limitada essa cartas, mas para Prison Dharma Network organizou um curso, logo prontamente, que permita Hall manter aulas do Caminho da Liberdade nos estabelecimentos penais suecos.

“O Caminho da Liberdade é fundamentado em uma teoria diferente simples”, como ele. “Trata-se desde ajudar as gente que estão presas.”

“Trata-se dentre questionar se estas paredes são realmente o que nos impede dentre ser livres, ou se há um tanto interna que está sobre nosso caminho”, oi Hall, acrescentando que “Talvez nós estamos presos em nossas próprias prisões. Não importa se estamos sentados em nossa mansão, em Gotemburgo, com liberdade ilimitada, ou trancados em uma prisão do que subida segurança. Qual sabe estejamos a humanidade presos pelo libido e aversão? Este é uma maneira com trabalhar com estas questões, autonomamente do respectivo meio envolvente”.

Porém, os recursos da sociedade não deveriam ser usados para ajudar as vítimas dos criminosos e suas ações, em vez com os próprios criminosos? Hall tem uma perspectiva dissemelhante.

“Cá eu vejo somente vítimas”, diga ele. “Mal cometemos um ato que gera sofrimento em outra pessoa, essa pessoa sofre e nós também sofremos, porque temos que sobreviver com as consequências dessa ação. Há duas vítimas, e não exclusivamente uma.”

Ele acrescenta que com destino a prisão é realmente um ótimo lugar para quebrar os padrões da existência humana. Muitas seres na prisão têm pequeno número de padrões arraigados desde melindrar com destino a si mesma e aos outras pessoas. Se a alguma forma podemos ajudá-los com destino a transpor destas situações, o sofrimento pode ser reduzido, tanto para eles uma vez que para aqueles que os rodeiam.

Com destino a classe foi dividida em 12 sessões. Com destino a termo do que motivar os presos, foram agendadas dentro de meio da semana, o que significava que eles poderiam observar às aulas em vez do que trabalhar. Qualquer sessão durou entre uma hora e uma hora e meia, e constituiu-se dentre teoria e prática, conversas rosto no sentido de rosto, e trocas desde experiências com o grupo.

Temas porquê ‘pesar’, ‘paixão’, ‘perdão’, ‘corroboração’ e ‘solução desde conflitos’, estiveram em cima de meio do currículo. Entre as sessões, os prisioneiros tinham que “praticar nas celas” e empregar o que haviam aprendido.

“Nós não sabemos uma vez que esses prisioneiros vão levar o que está sendo ensinado”, quê Hall. “São semeadas pequenas sementes durante estas sessões curtas. É uma atmosfera numeroso, diferente deprimida. Ao longo de razões dentre segurança, nós ficamos em uma sala fechada, com guardas presentes em o mundo inteiro os momentos. Novas população se juntam o tempo todo, e muitas pessoas elementos estão tendo grandes problemas a inquietação e impaciência.”

O “Nós e Eles” – lema da prisão, também foi um tropeço. Para os detentos, é importante não parecer prejudicável, ser resistente e manter no sentido de reputação.

“Quando você faz um curso a reflexão, está essa pinta do que simplesmente se furar e deixar ir”, explica Hall. “Trata-se a olhar para o que você tem, logo é simples que de vez em quando o grupo pode se sentir sensível. Em seguida algumas sessões, ainda assim, um tanto acontece. Torna-se um lugar assegurado, um ‘container’ para compartilhar as coisas, ou unicamente ouvir o professor sem fazer comentários inteligentes ao sô colega ao lado. Mas logo que novas gente entram no interior de grupo, outra vez colocam suas máscaras.”

Ser um partido neutro entre os presos, essa direção e na direção de equipe também foi difícil, dentre concórdia com Hall.

“Todo mundo ora ser respectivo coligado”, explica, acrescentando que “Os guardas querem controlar os presos em um determinado sentido. Poucos pensamentos e convicções deveriam ser ‘ruins’ no sentido de quebrar com sua perspectiva. E durante o troca com os presos em seguida com destino a reflexão, descarregavam sua odiosidade em discordância os guardas. Não estar a contrato com eles, sem contradizê-los, estar lá junto e não fazê-los sentir uma vez que se estivessem alienados ou desrespeita-los pela forma uma vez que eles se sentem … Foi interessante mirar uma vez que essa jogo constantemente continuava.”

Em universal, o projeto foi muito-sucedido, essa resposta dos membros foi positiva. Um deles escreveu:

“Durante todo o tempo, com destino a minha coco é uma vez que um jogo do que abundante-pongue, com bolas voando ao longo de toda segmento. Agora eu percebo que não preciso repor todas essas bolas.”

Outro interveniente descreveu uma situação na qual outro recluso o desafiou na fileira do restaurante, ele se lembrou do que havia aprendido em sala dentre lição, e olhou para os próprios pés, em vez com recorrer à violência.

“Isso é numeroso bom, simples”, oi Hall. “Essas pequenas sementes que plantamos, quando eles dizem que realmente gostaram, querem mais delas. Valeu essa pena o tempo que passei lá.”

Compartilhar
Artigo anteriorum beco sem saídaEpoch Times em Lusíada
Próximo artigoum caminho sombrio para o diabetesEpoch Times em Lusitano

Deixe uma resposta