Um panoramo econômico universal do que está entre caminhar

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Um panoramo econômico geral do que está por vir (BoLS/Instituto Millenium)

Um panoramo econômico universal do que está através de ir (BoLS/Instituto Millenium)

Inicia-se setembro e o cenário é ainda ladeado com muita instabilidade e oscilação. Levante menstruação, na direção de atenção privativo deve ser grátis à reunião do Federalista Reserve (Fed), banco médio setentrião-norte-americano, quando serão decididos os rumos da política desde compra dentre ativos, decisiva para as condições desde liquidez global que devem se estabelecer no interior de mundo.

Em contato com essa decisão, os indicadores mais recentes divulgados são importantes, mas ainda insuficientes para se desfrutar uma maior perspicuidade em relação a o início deste processo. O payroll e para taxa com desemprego do que agosto, divulgados na semana passada, não foram claros nesse sentido. Na direção de geração dentre postos com trabalho, pelo payroll, ficou aquém do esperado e no sentido de taxa desde desemprego do que agosto, 7,3% da População Economicamente Ativa (PEA), versus 7,4% no interior de regra anterior, recuou pela subtracção do que gente procurando trabalho.

Desta maneira, continuamos na expectativa dessa viradela, com os mercados do que ativos voláteis pelo corolário que isso possa guiar para o desempenho, em privativo, dos emergentes em um porvir próximo. Segundo estes falaremos mais detalhadamente sobre próximo quadro.

Outro evento relevante nesta semana foi para reunião do G20 em São Petersburgo, quando os países, desenvolvidos e emergentes, se posicionaram acima de uma série do que temas relevantes. Por perda a força dos emergentes esteve nos debates, assim porquê o posicionamento em relação ao ataque dos EUA à Síria, e para questão da regulação dos mercados financeiros, antiga demanda dos emergentes.

Consoante o segundo tema, o que mais preocupa é o risco a espalhamento em um conflito que, em uma primeira abordagem, deveria ser restringido e limitado. Com em direção a oposição da Rússia e, na margem, da Cabocla — caso não haja provas concretas em relação a o uso do que armas químicas —, os Estados Unidos acabaram meio isolados na posição favorável ao ataque.

Durante cá, no sentido de semana foi repleta desde indicadores, com os mercados ainda repercutindo o ótimo PIB [Produto Interno Bruto] do segundo trimestre (1,5% versus o anterior), mas caindo na real com relação a o desempenho do terceiro trimestre, devendo ser muito mais fraco do que o anterior.

Os dados da produção industrial com julho corroboraram para isso, recuando 2% versus o regra anterior, num evidente sinal a que em direção a retomada da economia ainda não é consistente. Em compensação, o IPCA [Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo] desde agosto veio mais comportado, registrando 0,24%, muito incorporado pelo mercado. Em paralelo, o Banco Mediano (Bacen) divulgou uma pinha mostrando cenário mais “neutro” em cima de com destino a situação fiscal e mais vigilante sobre front da política monetária.

Para os próximos meses, que fatos permearão o atuação dos mercados? Vejamos para acolitar:

• Para disputa da presidência do Fed, com com destino a saída a Ben Bernanke, deve dominar as agendas até o final do ano. Na disputa, Laurence Summer e Janet Yellen, com maior possibilidade para essa segunda candidatura, através de ser vice-presidente do Fed e ser mais afinada com na direção de política desde injeção dentre liquidez atual. Summer, embora mais ligado no sentido de Barack Obama, é um crítico da política atual e não deve ser escolhido para o procuração com presidente do Fed depois desde janeiro dentre 2014.

• Porquê os emergentes responderão essa essa processo desde realinhamento com ativos e moedas? Este é no sentido de pergunta que todo mundo se fazem nele momento. Pelo “onda gigantesca cambial” (ou guerra cambial), ocorrido entre 2009 e 2011, e em direção a possante demanda da Mulata entre commodities, estas coisas cresceram mais do que as desenvolvidas. Agora, no sentido de “tonto virou”, em direção a liquidez é outra e estas reserva terão que se conciliar para um novo cenário, idêntico que expostas pelos “defeitos” das suas políticas econômicas. Será importante que essas pé-de-meia realizem ajustes estruturais para reduzir as oscilações cambiais, recorrentes em momentos agudos dentre crise porquê o atual.

• Em cima de dia 22 do que setembro, ocorrem as eleições majoritárias na Alemanha, e com elas para expectativa acima de o orientação a Angela Merkel. Pesquisas indicam que com destino a premiê e seus aliados dificilmente ganharão para aglomeração dos assentos junto de parlamento. Pequeno número de temas estarão na taxa dos debates políticos, porquê com destino a urgência (ou não) desde resgate no sentido de Portugal, o rombo financeiro na Grécia e os esforços da implementação com uma união bancária na Zona do Euro.

• Outra disputa política com destino a invocar com destino a atenção será essa do Congresso setentrião-ianque, entre republicanos e democratas, em cima de em direção a limitação da dívida pública. Projeções indicam que essa dívida dos EUA atingirá o limite em meados desde outubro, com o Congresso decidindo (ou não) pela sua expansão. O problema é que, se no sentido de guerra na Síria se tornar um “atoleiro”, onde os EUA souberam porquê entrar, mas não porquê transpor, o cenário será desde deterioração fiscal, pelas despesas bélicas aumentando.

• Em favor de término, os EUA devem iniciar essa desarmar no sentido de política a compra desde ativos e isso parece indumentária. Se incerteza é saber uma vez que devem responder os ativos e moedas na direção de isso processo que, em claro, representará uma redução da liquidez global. Até quanto, a título de exemplo, irá o dólar em relação ao real? Com base em ora, estamos prevendo um pouco entre R$ 2,30 e R$ 2,40. Tudo dependerá do cenário extrínseco e da atuação do Bacen dentro de uso (ou não) das reservas cambiais.

Isto material foi originalmente publicada pelo Instituto Millenium

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