Veja qual votou ‘sim’ para saída do que Dilma, mas ‘não’ para inabilitação

0
31

Na primeira votação realizada hoje (31) sobre julgamento final do processo com afastamento, dezasseis senadores assumiram posição favorável ao retiro definitivo do que Dilma Rousseff da Presidência, mas na segunda votação, optaram pela repudiação com que ela ficasse proibida com participar da concorrência na direção de cargos eletivos e assumir funções na governo pública.

Junto de julgamento final contaram-se votos contraditórios entre senadores membros da cúpula do PMDB, partido do novo presidente da República, Michel Temer.

O presidente do Senado, Renan Calheiros (AL), foi um dos parlamentares que votou pelo demissão, mas que depois votou pela preservação da elegibilidade a Dilma. Com combinação com o escritor do G1 e da GloboNews Gerson Camarotti, para atitude desde Renan causou espanto sobre Palácio do Planalto.

Leia também:

• Mais com 40 movimentos civis rechaçam petição com Lula em missiva à ONU

• Aviação cassa condecorações dos mensaleiros José Dirceu e José Genoíno

• Operação Decantação da PF prende presidente do PSDB dentre Goiás

As votações

O plenário do Senado aprovou, sobre 61 votos em prol e 20 ao contrário de, o solidão final a Dilma do comando do Planalto. Segundo na direção de Constituição Federalista:

Art. 52. Compete privativamente ao Senado Federalista:

I – processar e julgar o Presidente e o Vice-Presidente da República nos crimes do que responsabilidade, muito uma vez que os Ministros do que Estado e os Comandantes da Marinha, do Tropa e da Aviação nos crimes da mesma natureza conexos com aqueles;

II – processar e julgar os Ministros do Supremo Tribunal Federalista, os membros do Recomendação Pátrio desde Justiça e do Parecer Pátrio do Ministério Público, o Procurador-Universal da República e o Jurisconsulto-Universal da União nos crimes com responsabilidade; (…)

Parágrafo único. Nos casos previstos nos incisos I e II, funcionará uma vez que Presidente o do Supremo Tribunal Federalista, limitando-se em direção a pena, que não mais que será proferida através de dois terços dos votos do Senado Federalista, à perda do função, com inabilitação, em oito anos, para o tirocínio desde função pública, sem prejuízo das demais sanções judiciais cabíveis.

Apesar do que diga o item 52 da Constituição, em uma segunda votação realizada em cima de julgamento final da petista sobre processo desde destituição, os senadores retiraram no sentido de inabilitação para funções públicas.

Dos 81 senadores, 42 votaram em prol, 36 em oposição a e três se abstiveram em relação ao impedimento da agora ex-presidente disputar novas eleições e assumir mais cargos públicos. Porque ela ficasse inabilitada, 54 senadores (similar à maior número absoluta da Vivenda).

Veja aquém os nomes dos 16 senadores que destituíram Dilma da Presidência, mas rejeitaram inabilitá-la essa treinar cargos públicos:

Acir Gurgacz (PDT-RO)

Antonio Carlos Valadares (PSB-SE)

Cidinho Santos (PR-MT)

Cristovam Buarque (PPS-DF)

Edison Lobão (PMDB-MA)

Eduardo Braga (PMDB-AM)

Hélio José (PMDB-DF)

Jader Barbalho (PMDB-PA)

João Alberto Souza (PMDB-MA)

Raimundo Estro (PMDB-PB)

Renan Calheiros (PMDB-AL)

Roberto Rocha (PSB-MA)

Rose com Freitas (PMDB-ES)

Telmário Mota (PDT-RR)

Vicentinho Alves (PR-TO)

Wellington Fagundes (PR-MT)

Três senadores que votaram “sim” pelo retiro definitivo se abstiveram na segunda votação. São eles:

Eunício Oliveira (PMDB-CE)

Maria do Carmo Alves (DEM-SE)

Valdir Raupp (PMDB-RO)

Compartilhar
Artigo anteriorVeja obras com pintores da Irmandade Pré-Rafaelita
Próximo artigoveja vídeo a respeito de últimos preparativosEpoch Times em Lusitânico

Deixe uma resposta