Wikileaks vaza metadados dentre executivos da indústria da vigilância

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Wikileaks vaza metadados de executivos da indústria da vigilância (Agr)

Wikileaks vaza metadados do que executivos da indústria da vigilância (Agr)

O WikiLeaks teve chegada no sentido de metadados que demonstram com destino a hora e o lugar na qual número reduzido de dos principais membros da indústria do que vigilância global teriam realizado conexões ao longo de celular. Os metadados fazem segmento da publicação Spy Files 3, realizada feita nesta quarta-feira (4) pela organização.

Segundo Julian Assange, os dados foram compilados em uma seção a versus-lucidez atualmente montada pela organização. “Em direção a unidade dentre Em discordância-Perceptibilidade do WikiLeaks opera para tutorar seus riqueza, funcionários e fontes e, mais amplamente, para promover o nosso objetivo desde proteger jornalistas, fontes e o recta do público à privatividade”, quê o australiano, no presente vivendo na embaixada do Equador em Londres. “Os dados coletados permitem que jornalistas e cidadãos pesquisem mais profundamente na direção de indústria dentre vigilância privada, ao vigiar aqueles que nos vigiam.” Segundo essa organização, para novidade unidade realiza “medidas a em discordância-lucidez tanto ativa quanto passiva”, incluindo detectar na direção de vigilância e receber dados com informantes internos.

Em julho deste ano, uma escuta foi encontrada na embaixada do Equador onde Julian Assange está proscrito a datar de junho do ano pretérito. O microfone escondido foi encontrado na sala da embaixadora Ana Alban durante uma revista que antecedeu para visitante do chanceler equatoriano Ricardo Patiño. São poucas as informações públicas a respeito de essas empresas, seus executivos e clientes, além dentre reuniões em salões desde treinamento internacionais, porquê com destino a ISS World – conferência que reúne policiais, agentes desde segurança e analistas do que lucidez para treinamento em “corte lícito”, “investigações eletrônicas” desde subida ciência e “recolhimento a lucidez dentre redes”.

Financiada pelas gigantes da indústria com vigilância, em direção a ISS World tem edições toda gente os anos em diferentes continentes – da América Latina ao Oriente Médio e Europa. Segundo o website da conferência, em direção a programação “apresenta as metodologias e ferramentas necessárias para para Emprego da Lei, Segurança Pública e as Comunidades dentre Lucidez Governamentais na luta vs o tráfico a drogas, lavagem com moeda ciber, tráfico a seres e outras atividades criminosas conduzidas na rede do que telecomunicação e web”.

Ao preço de última edição latinoamericana ocorreu entre os dias 23 e 25 com julho em Brasília e contou com workshops em relação a “Tudo que os investigadores precisam saber em relação a esconder-se na web”, ou “Compreendendo com destino a net, intercepção e produtos ISS relacionados”. Os palestrantes são os principais executivos da indústria – vários tal qual tiveram seus dados do que telecomunicações vazados nesta quarta-feira (4), uma vez que Gamma Group, Hackingteam, Cobhan Surveillance e Hidden Technology.

O que apontam os registros

Os metadados publicados pelo Wikileaks mostram essa intensa movimentação dos executivos da indústria ao longo de abundantes países, em próprio na Europa e no interior de Oriente Médio – principais mercados das gigantes da vigilância global – mas também em países da Façanha e até dentro de Sapão. Uma das corporações monitoradas foi o Gamma Group, fundador do sistema operacional agente FinFisher e das variações FinSpy e FinFly, que infectam computadores para conquistar informações, enviadas no sentido de uma medial. (O programa foi usado, exempli gratia, pelo governo do ex-ditador egípcio Hosni Mubarak para espionar manifestantes durante na direção de revolução que o tirou do poderio em 2011 e em oposição a ativistas do Bahrein, das quais governo enfrenta variados protestos).

Os metadados mostram que diretores do Gamma Group viajaram para países com histórico do que violações para direitos humanos, porquê Guiné Equatorial, Turcomenistão, Malásia e Egito – estes três últimos foram apontados pela organização Repórteres Sem Fronteiras porquê “inimigos da rede mundial de computadores” – assim porquê o próprio Gamma Group. Segundo os registros vazados, Carlos Gandini, diretor com vendas do grupo, esteve na Guiné Equatorial – um dos países com piores índices desde violações aos direitos humanos, arrumado há 33 anos pelo análogo presidente – entre os dias 16 e 21 a adolescência deste ano, tendo restituído nos dias 7 essa 10 dentre maio, a onde seguiu para o Líbano. Não há informações em relação a as cidades visitadas ou as negociações ou contratos assinados; procurado pelos jornalistas que fazem segmento deste projeto, o grupo não se pronunciou.

Outro diretor da empresa, Brydon Nelson, passou os meses do que mocidade e maio numa longa viagem pelo Qatar, Omã, Brunei e Malásia – países com histórico com repressão à população. Segundo contratos também publicados pelo WikiLeaks, em 2010 na direção de empresa se uniu à alemã Dreamlab para em direção a venda desde componentes do aplicativo e hardware para Omã, num projeto chamado “Sistema dentre monitoramento para i-proxy” – com destino a Gamma forneceria para ciência, enquanto com destino a Dreamlab ofereceria em direção a estudo do que rede, comando do projeto e treinamento em Omã.

Diretores da empresa alemã Elaman, que, segundo uma folheto desde 2010, faz secção do Gamma Group, também visitaram Omã, segundo os registros. O diretor Holger Rumscheidt esteve no interior de país em 2011, 2012 e 2013. Leste ano, ele também esteve duas vezes junto de Turcomenistão – em 21-24 desde janeiro e 12-13 a junho – onde também teria negociado um sistema dentre monitoramento, com um componente desde “infecção” através de meio dos programas FinSpy e FinFly, segundo os documentos vazados.

Outra empresa mencionada nos documentos é para inglesa Cobham, uma das progênie do mercado desde vigilância global. Segundo os registros, o diretor a vendas Neil Tomlinson visitou nisto ano os Emirados Árabes, Líbano, Qatar e Kuait. Se empresa italiana Hackingteam também aparece na lista, por intermédio de respectivo diretor desde vendas Marco Bettini – que esteve em Brasília para o ISS Latin America, em julho deste ano. Em Hacking Team vende um aplicativo espreitador que já foi usado em 2012 versus ativistas dentro de Marrocos e nos Emirados Árabes para contornar o uso com criptografia.

Segundo os dados divulgados pelo WikiLeaks, Bettini visitou o Marrocos entre 6 e 8 desde fevereiro deste ano, assim porquê o diretor da empresa Mostapha Maana, que esteve em o país em 2011, 2012 e 2013. Unicamente nos dois últimos anos, Maana visitou oito vezes os Emirados Árabes – onde o sistema operacional foi associado à violência em discordância um dissidente. Para última visitante foi entre 8 e 11 com julho deste ano.

Procurado pelo website gálico Rue 89, para Hacking Team afirmou que não vende seus programas para seres ou empresas, somente para governos. “Ou por outra, não vendemos para governos que estão em listas negras dos EUA, Europa ou OTAN”, escreveu o gerente desde notícia Eric Rabe. Segundo ele, todo mundo os possíveis clientes são pesquisados antes da venda para mandar se há “evidências objetivas” a que para técnica “será usada para facilitar violações dos direitos humanos”.

No sentido de empresa informou ainda que tem um tela com conselheiros legais para limitar abusos nas vendas, mas negou-se na direção de dar nomes dos conselheiros ou explicar quais potenciais clientes foram vetados.

Também afirmou contar sondado as alegações a respeito de violência em discordância ativistas no interior de Marrocos e nos Emirados Árabes. “Contudo, não compartilhamos os resultados dessas investigações nem divulgamos o tipo do que ações que podemos adotar no sentido de saudação disso.” Os metadados dos empresários da indústria dentre vigilância podem ser acessados através deste caminho.

Este material foi originalmente publicada pela Sucursal Ibirapiranga/EBC

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