Angioqueratoma

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    O que é angioqueratoma?

    Existem basicamente cinco tipos de angioqueratoma sendo que todos podem ser caracterizados como uma pequena lesão vascular com hiperqueratose. O angioqueratoma circunscrito está presente nas pessoas desde o nascimento manifestando-se em locais como pernas e pés. Já o angioqueratoma de Mibelli aparece geralmente no dorso das mãos e dos pés em indivíduos com idade entre 10 e 15 anos. Outro tipo é o angioqueratoma papular solitário normalmente proveniente de alguma espécie de trauma e ocorrendo nas partes mais inferiores do corpo humano. Ainda existe o angioqueratoma do escroto também chamado de (Fordyce) e o de vulva localizados nas respectivas áreas. Por fim há o angioqueratoma difuso de Fabry ligado especialmente ao tronco e aos genitais.

    O tipo mais comum de angioqueratoma é o que se desenvolve na vulva e no escroto sendo que com o devido tratamento é possível ter uma efetiva melhora na lesão. É importante ficar atento aos sintomas e buscar por ajuda médica logo que eles surgirem.

    Como se adquire

    Basicamente o que ocorre é o seguinte. Na pele assim como em todos os órgãos humanos há uma constante reposição celular e intersticial ao longo da vida. Por exemplo no aparelho pilo-sebáceo ocorre uma renovação das glândulas sebáceas periodicamente. O mesmo acontece com os capilares cutâneos assim como com o acroinfundíbulo. Estes mecanismos de regulação vão entretanto sendo perdidos com o avançar da idade. Desta forma caso uma estrutura pare de receber ordem para “parar de repor” ela irá desenvolver hiperplasias. Não são todas as pessoas que podem vir a ter angioqueratoma sendo que em alguns idosos ela ocorre e em outros não. Além disto as lesões também podem ser provenientes de traumas diversos e estarem presentes desde o momento do nascimento.

    Sintomas

    Conforme mencionamos acima existem basicamente cinco tipos de angioqueratomas: o circunscrito o de Mibelli o papular solitário o de escroto e o de vulva e o difuso. Em todos eles é muito comum o surgimento de pequenas lesões vasculares com hiperqueratose. No circunscrito estas lesões acometem frequentemente as pernas e os pés das pessoas. Já no de Mibelli os dorsos das mãos e dos pés é que são mais afetados enquanto que no papular solitário quem sofre mais são as partes inferiores do corpo. Com relação ao angioqueratoma angioqueratomado escroto e de vulva são estes os respectivos locais acometidos por lesões. Por fim existe o angioqueratoma difuso de Fabry capaz de ferir os troncos e os genitais.

    Os sintomas podem variar um pouco de acordo com o local que foi acometido no entanto as lesões são geralmente parecidas e bastante características. Dentre alguns dos sintomas podemos destacar de uma forma geral os seguintes:

    • Dor crônica localizada;
    • Formigamento;
    • Queimação;
    • Sangramentos quando de traumas.

    Diagnóstico

    Diante dos primeiros sintomas de angioqueratoma é importante procurar por ajuda para que exames sejam feitos e um correto diagnóstico estabelecido. A grande maioria das condições possui tratamento efetivo quando logo são detectadas por isto não hesite consultar um médico.

    Geralmente é possível levantar suspeitas de angioqueratoma através de um simples exame físico. Para que não haja dúvidas o médico pode solicitar a realização de alguns outros exames assim como uma boa conversa de forma a verificar o histórico do paciente.

    As lesões do angioqueratoma podem ser um pouco parecidas com outras provenientes de uma série de condições. Por isto procure por um profissional de qualidade para o que um diagnóstico diferencial seja feito e o tratamento indicado seja o mais adequado possível.

    Como é feito o tratamento

    Nem sempre é necessário ou indicado realizar um tratamento para angioqueratoma. Caso as lesões sejam pequenas não estejam incomodando e não gerem sangramentos muitos médicos acabam receitando nada em específico. No entanto em certas situações elas doem e sagram além disto elas podem incomodar esteticamente alguns indivíduos.

    Nestes casos existem algumas opções terapêuticas para o tratamento de angioqueratoma tais como curetagem com eletrocoagulação remoção das lesões via cirurgias ou laser e crioterapia por exemplo. É o médico juntamente do paciente quem irá estudar o caso e decidir pela melhor opção para ambos.

    Como prevenir

    Bem dependendo do tipo de angioqueratoma pode-se falar em uma forma de prevenção. Entretanto quando a condição é genética não há muito o que se fazer além de uma devida monitoração e acompanhamento. Conforme mencionamos em alguns casos o angioqueratoma não é muito preocupante no entanto é fundamental procurar por ajuda para que a real causa do problema seja estabelecida e complicações futuras evitadas.

    Mantenha hábitos de vida saudáveis e uma dieta equilibrada com isto seu corpo estará sempre protegido e fortificado. Além disto é importante realizar exames de rotina e consultar um médico periodicamente. De uma forma geral para prevenir-se de angioqueratomas procure por um profissional sempre que verificar quaisquer modificações em seu corpo. A maioria das condições pode ser evitada ou efetivamente tratada quando precocemente detectada.

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