Mercadores com ilusãoEpoch Times em Luso

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“O que procuramos é um sistema eficiente sob um estado com recta, quando tudo dependerá da cultura e moralidade individual dos integrantes.” – Chocarreiro. O. Meira Pena

Existe uma espécie dentre intelectual que vive num mundo do que “faz do que conta”. Diversos deles são raça com subida cultura, navegaram até grandes leituras e passaram sobre notáveis universidades (dentro de Ibirapiranga e sobre exterior). Eles têm uma grande valimento, pois dispõe do tempo que não existe quando se vive na labuta jornal. E verdade é duração. Os mais notáveis, posteriormente passarem pelo mercado ou qualquer outro ofício (privado ou estatal), nos ajudam na direção de alienar e refletir. Restantes tentam impor suas ideais em seguida o estudo obsessivo das mais diversas teorias, com um viés algo quanto totalitarista.

Secção desses últimos constitui verdadeiros “Mercadores a ilusão”. Porquê lhes falta o sentimento prático, sentem-se sobre recta dentre “fabricar” uma verdade paralela, sem consideração pela natureza humana. Junto de pradaria liberal isso é extremamente curioso. É complicado, na minha modesta opinião, tutelar ideais sem um mínimo a visão acima de para veras. Ainda que com ricochete, isso contribui para o desenvolvimento da compreensão.

Não há dúvidas a que o capitalismo foi numeroso mais um fenômeno humano do que na direção de experimentação desde uma tese. Ele não nasceu em tubos com experimento. O comunismo, em sua vez, redundou na imposição dentre teses aos gente, desconsiderando com destino a natureza humana. Resultado: genocídio, término da liberdade individual, patrulhamento ideológico e através de ai visita…

Antes a ortografar “Em Riqueza das Nações”, e.g., Adam Smith apresentou “Se teoria dos sentimentos morais”. Interpreto, pela sequência das obras, que essa moral desde uma sociedade possui um papel importante na chamada “mão invisível”.

Pois muito. Abstraindo essas reflexões iniciais, querido objetivo é manter com um fenômeno latente: (i) o crescente pensamento anárquico (seja dentre esquerda ou desde “direita”) que despreza o Estado porquê um todo; e, (ii) em direção a pena veemente em face a opiniões acima de moral e moral.

Vamos ao primeiro pinta: o desprezo pelo Estado. Há uma passagem excessivo importante do legado Chocarreiro.O. Meira Pena, em sua obra “Da Moral em Economia”, que dispõe o seguinte: “O liberalismo, porquê constantemente sustenta o professor Og Leme, exige em direção a força do estado desde recta, theruleoflaw porquê dizem os anglo-saxões. O paradoxo, que nossos adversários tão dificilmente entendem, é que queremos, ao igual tempo, um Estado mínimo que seja também um Estado possante.” (p. 251)

Em sua peroração, o ilustre mensageiro, enfatiza: “Na direção de tese que estamos propondo é que, em senhor próprio nível, o sistema do que mercado é friamente indiferente e zero tem essa enxergar com moralidade, salvo junto de que quê saudação às necessárias virtudes do que prudência, trabalho, parcimônia e honestidade nas transações, com saudação ao princípio permitido que os contratos devem ser respeitados. Supra desde tudo, o tipo ‘Contrato Social’ subjacente que disciplina em direção a sociedade.” (op. cit. p. 361)

Em outras palavras, acredito ser bastante difícil – provavelmente impraticável – suprimir o Estado. Há urgência desde um mínimo dentre organização, regulamentação e coerção. Há, também, que se acondicionar, sem mediação estatal, um mínimo desde normas morais para o convívio em sociedade. O anarquismo – em minha opinião – descambaria para essa barbárie. Com destino a força a qualquer quidam seria o divisor do que águas. O Estado precisa dentre limite e devemos manter uma vigilância regular. Devemos evitar o “Big Brother”; mas, não, destruir o estado dentre recta.

Quando ao segundo pinta. Para evitar qualquer ilegalmente entendido, deixo simples não proteger que se legisle, indiscriminadamente, acerca de questões morais ou éticas. Mas, no sentido de privilégio desde expressar opiniões – ínsita ao noção do que liberdade – não pode ser desprezada. Libertários, liberais, socialdemocratas e conservadores têm todo o recta a tecer comentários em cima de essas questões da forma que melhor lhes aprouver. A outro modo, estaríamos, contraditoriamente, limitando para liberdade a frase, em proveito do que um patrulhamento ideológico liberal. Vejam o tamanho do nonsense…

O garantia dentre ser capaz falar uma bobagem homérica é um recta inalienável dentre qualquer cidadão livre, também dentre socialistas, comunistas, nazistas e alienados. Sem isso, com uma mordaça na boca, o debate morre e no sentido de tirania nasce. Um liberal, citando caso análogo, não pode estar impedido desde proteger pontos que concorda com um conservador. Isso é coisa do que “Fla x Flu”.

Enfim, tudo o que tentei apresentar nesse texto rápido visa provar minha opinião com relação a: (I) no sentido de teoria anárquica; e, (II) o repúdio aos comentários a respeito de moral e moral. Na altura de mais que já tenha atraído distinguir, não consigo conceber o trabalho do que uma sociedade anárquica. Aliás, isso seria similar uma “sociedade”? Com outra ponta, com destino a pluralidade dentre pensamento e na direção de liberdade a frase devem ser respeitadas. Vejam que não estou defendendo, com forma alguma, na direção de liberdade desde agressão. Em favor de término, mais uma opinião: acredito que em direção a profusão dentre “teses com relação a teses”, sem razões empíricas, têm solicitado essa dicotomia paranoica, sem sentido que só interessa aos “Mercadores dentre ilusão” – que, junto de pretérito, eram os queridinhos da esquerda. Espero, sinceramente e com esperança, que o bom siso prevaleça acerca de essa paixão ideologista, dando lugar ao pensamento crítico com uma pitada – ainda que ligeiro – com realismo pragmático.

Leonardo Correa é legista. LLM pela Universidade da Pensilvânia.

Este material foi originalmente publicada pelo Instituto Liberal

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