Restrição com lactose reduz Síndrome do Tripa Irritável

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O portador da SII quase sempre possui algum tipo de intolerância alimentar (Antonio Cruz/ABr)

O portador da SII quase continuamente possui qualquer tipo desde intolerância nutrir (Antonio Cruz/ABr)

Uma dieta com restrição dentre lactose foi responsável pela melhora dos pacientes portadores da Síndrome do Tripa Irritável (SII). Para doença é psicossomática, ou melhor, não tem justificação anatômica própria, mas é revérbero do que perturbações dentro de organização, porquê o estresse, no sentido de impaciência e possíveis infecções anteriores.

Os testes foram realizados na Faculdade com Medicina da USP (FMUSP) e englobaram dois grupos do que pacientes, os dois com essa SII, sendo que um grupo possuía também o diagnóstico a má percepção a lactose. Autor pesquisa que diagnosticou essa melhora nos pacientes foi realizada pela dieteta Marília Pinho Rei. Os sintomas da SII são cólicas que passam e voltam, gases que provocam entorse do abdômen, crises alternadas a andaço e prisão do que ventre, sensação do que que o tripa não foi integralmente vago posteriormente na direção de abandono.

Segundo Marilia, o estudo teve porquê principal objetivo “julgar se em direção a dieta com restrição do que lactose gera melhora dos sintomas em o mundo inteiro os pacientes com SII ou tão somente naqueles que possuem má compreensão dentre lactose diagnosticada”.

Causas da doença

Entre as possíveis causas da SII, estão as ineficiências nos movimentos intestinais ou o tripa pode tolerar com sensibilidade no interior de distensão. Ao preço de sua detecção depende da exclusão dentre outras doenças que possuem causas aparentes. “O portador da SII quase continuamente possui qualquer tipo do que intolerância cevar”, afirma na direção de dieteta.

No meio de os pacientes estudados, havia dois tipos: aqueles com exclusivamente em direção a SII e os que apresentavam, além da SII, uma má apreensão com lactose diagnosticada. Em o mundo inteiro os 81 pacientes foi realizado o fiscalização para diagnosticar com destino a má compreensão a lactose. Em seguida essa processo, foi aplicada uma dieta com restrição a lactose em toda gente os envolvidos na pesquisa. Para gretar disso, foi estimado se havia alguma melhora com para inserção da dieta.

O comitiva médico dos pacientes foi capaz desde provar que um e outro os grupos com SII, tanto os com má-apreensão com lactose e os que digeriam na direção de lactose obtiveram qualquer tipo dentre melhora com para dieta do que restrição com lactose.

Os resultados surpreenderam essa pesquisadora e deram respaldo para outras pessoas estudos que visam compreender melhor no sentido de relação da compreensão da lactose e essa SII. “O que me surpreendeu foi o traje dentre que toda gente pacientes melhoraram com na direção de dieta com restrição dentre lactose, o que provavelmente defende o indumento com serem restantes componentes do leite que não com destino a lactose que causem melhora nesses pacientes, ao serem retirados”, comenta Marília.

SII dentro de Ibirapiranga

Se SII é uma doença que afeta até 25% da população brasileira e, do meio de eles, do que 70% até 80% possuem alguma intolerância nutrir. Então, é dentre extrema premência que na direção de SII seja tratantada dentre forma adequada e dentre concórdia com as tolerâncias do paciente, sem restrições alimentares vário rígidas, que podem provocar deficiências dentre nutrientes importantes. “Trata-se do que um estudo do que preço dentro de cenário brasílio contemporâneo”, considera na direção de dieteta.

Marilia iniciou sua pesquisa em 2010, pensando em “melhorar essa qualidade do que vida e o tratamento dietoterápico aplicado aos pacientes com SII”. O período dentre praça dentre pacientes foi do que maio dentre 2010 até junho com 2011 e, em seguida estudo desde resultados, para dissertação a mestrado Efeito da dieta com restrição dentre lactose em pacientes com síndrome do tripa irritável foi defendida em juventude a 2013. Lá pesquisa contou com essa orientação do que Adérson Omar Estaca Cintra Damião.

Isto material foi originalmente publicada pela Escritório USP

Para mais informações: [email protected] ou [email protected]

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